sexta-feira, 25 de outubro de 2013

E mais um filme #2

Desde que me lembro que gosto de filmes de terror, mas tenho dois pequenos problemas, não os consigo ver sozinha e tem que ser durante o dia - isto para a noite já não me lembrar do que vi-, e sim sou uma medricas que gosta de ver filmes de terror.
Até à bom pouco tempo o tipo que filme de terror que me fazia mais impressão e que me fazia até tapar os olhos e só ver por um cantinhos eram os filmes de terror físico  em que as pessoas eram magoadas, como a fantástica saga Saw e a trilogia Hostel, sempre me fez bastante impressão ver pessoas a ser cortas aos bocadinhos porque um doido qualquer acha piada.
Mas neste momento faz-me igualmente impressão os filmes em que as pessoas são possuídas por demónios e essas coisas. E foi um desses filmes que vi na semana passada, o tão acalmado The Conjuring.
Este filme começa com uma história paralela em que conhecemos o casal Warren, conhecidos mundialmente por serem investigadores paranormais. A história propriamente dita passa-se em 1971, em Harrisville aquando da chegada da família Perron . Este casal muda-se com as suas cinco filhas para uma nova casa e é quando a história propriamente dita começa, pequenas marcas no corpo da mãe, uma das filhas é sonâmbula (mas no final da história apercebemo-nos nos que afinal não era sonâmbolismo), a filha nova encontra uma pequena caixa de música e através dela consegue falar com um menino e esse menino garante-lhe que algo de mal lhe aconteceu naquela casa. E para além disto tudo é uma história verídica que as irmãs bem recentemente resolveram divulgar.
É um filme bastante bom, não aconselhável a toda a gente, mas mesmo assim que gosta deste género de filmes, veja.






quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Coisas de pais #3

Todas as mães sabem que esse dia vai chegar, mas penso que todas - como eu- tentam não pensar muito no assunto, hoje vou falar-vos da "ida para a creche".
Acredito que custe tanto à criança como à mãe, o texugo ainda nem foi e eu já aqui ando a sofrer,  hoje fomos com os avós tratar da inscrição numa creche aqui perto de nós, que pertence ao Centro Social e Recreativo da Maceira, é uma creche relativamente nova, onde trabalham várias amigas da minha mãe e onde o homem andou no pré-escolar.
Em primeiro lugar era imperativo que a creche escolhida tivesse transportes, visto que nem eu e o homem temos carta, temos carro, mas carta não, em sengundo lugar que os preços fossem acessíveis.
Quando começamos a falar de eu ir trabalhar e o texugo ir para uma creche também pensamos em amas, mas aí veio o homem com as teorias que as crianças que andam em creches são mais sociais e na na na na, eu não andei numa creche e acho-me uma pessoa sociável  mas pronto, a razão pela qual escolhemos a creche foi por não ser muito cara, digo-vos por ser mãe solteira - já que eu e o homem não somos casados-, e como ainda vivo com os meus pais pago menos de cem euros (com transportes incluídos) por mês.
Mas isto não é o que me preocupa, o que me preocupa é como é que o meu pequeno texugo se vai sentir, se vai conseguir dormir - sim porque ele está habituado a adormecer ao colo-, se vai comer tudo, se vai sentir a minha falta, assusta-me bastante ter que passar o dia sem ele, mas como o homem me diz, é melhor ser agora do que mais tarde.
Como disse em cima, hoje fomos fazer a inscrição e a Educadora do berçário veio ver o pequeno e pegar-lhe ao colo, e mostra-nos as instalações e lá andava ele, todo contente ao colo da Educadora como se não tivesse estado nove messes comigo em casa, todo contente da vidinha dele e eu a sofrer por dentro.
Na próxima segunda-feira temos a entrevista final, onde vou falar com a Educadora sobre o que realmente é preciso de levar todos os dias e no início do próximo mês o meu texugo vai para a creche e eu vou estar em casa a chorar com saudades dele, podem começar a enviar-me gomas para a depressão.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Coisas de pais #2

Dormir, ou melhor não dormir ,sempre foi uma das coisas que mais me assustou.
No final da gravidez já é difícil de dormir, eram nada mais nem nada menos que cinco almofadas -duas para a cabeça, uma para as costas, uma para apoiar a barriga e uma para as pernas-, como podem imaginar não era fácil... uma pessoa mal dormia e quando dormia não era por muito tempo, porque durante o dia o Salvador mal se mexia, durante a noite era um festival, quando ele não se mexia ia dormir para cima da minha bexiga e deixava quase de certeza um dos pés esticados para me bater nas costelas, resultado de Dezembro a Janeiro mal dormi. Como se isso não bastasse tive que ficar internada porque o texugo tinha a massa corporal equivalente a 32 semanas quando na realidade eu estava gravida de 36 e tinham que o fazer nascer mais cedo para poder ir para uma incubadora e ser alimentado como deve ser,como devem imaginar no hospital é que não dormi nada, primeiro os quartos são dividos, e na noite que fiquei internada as duas senhoras do meu quarto entraram em trabalho de parto o que foi um festival naquele quarto e o texugo deve ter acho tão giro aquilo tudo que deve ter pensado "ahah, toma lá umas contracções para veres o que te espera! Mas ainda não vou nascer agora, vais só ter umas dorzinhas bem fortes para ficares assustada e chorares um pouquinho" e assim foi, passado uma belas horinhas de dores lá pararam as contracções e quando voltaram o texugo quis nascer.
Na noite em que ele nasceu não me lembro de muito, lembro de ter medo de adormecer e não o ouvir chorar, lembro-me de pensar "Ana Teresa, onde raio é que te foste meter!" Não me canso de agradecer a uma das senhoras que estava comigo no quarto que uma das vezes o texugo estava a chorar e eu não acordei me mandou com uma almofada para eu acordar.
No início era me difícil acordar, estava habituada a dormir a noite toda sem ter que me preocupar com nada, sem ter horas para acordar. Agora de três em três horas, pronto na maior das maluquices de quatro em quatro horas alguém tem fome, esse alguém também só dorme até no máximo dos máximos até às oito horas da manhã, mas isso tudo compensa quando o vamos levantar e esse alguém olha para nós a ir-se e diz mamã.

Neste momento a questão dos meus sonos está melhor, a minha mãe ajuda-me bastante e o homem é um santo que chega às oito e meia da manhã e leva o pequeno para fora do quarto para eu poder dormir até às dez horas.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

E mais um filme #1

Como já devem ter rapado, eu o homem para além de vermos imensas séries, também temos o habito de ver filmes. 
Os nossos gostos no que toca a filmes não coincidem muito, ele gosta de filmes que não lembra a ninguém, ora imaginem lá a cena: combinamos uma noite romântica,  jantamos, vamos beber uma bebida e no final combinamos ver um filme, eu tenho em mente uma comédia romântica, ele tem em mente um filme com o Jackie Chan - se fosse com o Ryan Gosling, eu deixava-o escolher fosse que genéro fosse, mas com o Chin Chan (como tão carinhosamente lhe chamo) não! 
Já vimos a filmes como, Snow White and The Huntsman (Branca de Neve e o Caçador), Friends With Benefits (Amigos Coloridos), Crazy, Stupid, Love (Amor, Estúpido e Louco) Ted  e quase sempre e depois de muita luta da minha parte de muito usar meus queridos "puppy eyes" lá consigo vencer o argumento que ele depois acaba a ver os filmes sozinhos - ultimamente não tem acabado porque quem os tem escolhido sou eu.
O último filme que vimos juntos foi, The Five-Year Engagement (Espera aí... que já casamos), é uma comédia romântica em que participa um actor que ambos gostamos muito, Jason Segel (o Marshall Eriksen de How I Met Your Mother).
Muito resumido o filme retrata o vida amorosa de Tom Solomon e Violet Barnes e o que ambos são capazes de fazer por amor, desde abdicar de uma carreira de sucesso e mudar-se para outra parte do país a perdoar uma traição.
Um filme que recomendo que vejam.




quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Um pensamento extremamente sábio #4

Esta foto não é da minha autoria, podem encontrar mais no link da imagem.
Report da minha "dieta": engordei meio kg, maravilhoso eu sei, mas a culpa é do meu querido pai que me traz pãozinho quente, agora é que tenho mesmo que começar a correr.

Séries e mais séries #7

Na segunda-feira cá em casa foi dia de The Walking Dead.
Para começar digo já que está não é uma das séries que vejo com o homem, ele não gosta de filmes de terror nem de séries, por isso tenho que as ver sozinha, mas na segunda obriguei-o a ver comigo.
Penso que este primeiro episódio está muito bom e espero muito sinceramente que o resto da temporada seja tão boa como este episódio, que não andem para lá a enrolar como na segunda temporada e parte da terceira. Achei a ideia de criarem uma quintinha na prisão muito boa mas ao mesmo tempo que fiquei triste fiquei intrigada com o facto da porquinha Viotela ter morrido, mas era giro que ela se transformasse num zombie, vê-los a fugir de um porco tenho que confessar que era muito bom.
A minha personagem favorita é o Daryl, e fiquei contente por ele finalmente ter assumido o controlo das coisas, se ter tornado um dos lideres, o Rick já me andava a irritar, desde que soube que a mulher andava a dormir com o melhor amigo e não os matou naquele momento.
Também acho, que a ideia daquele miúdo morrer dentro da prisão é muito boa e ninguém me tira da cabeça que o Governador tem algo a haver com aquilo,- e com o facto de haver imensos zombies ali à volta. 
Uma coisa que o meu homem reparou, e que eu nem tinha dado muito atenção é que os zombies estão a ficar mais inteligentes, então não é que quando, se passa a cena do supermercado e se abrem aqueles buracos no tecto há zombies que se atiram...


Não percam na próxima segunda o novo episódio na Fox e caso vejam na net antes, não façam spoiler aqui please.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Coisas de pais #1

Ontem enquanto estávamos a mudar de roupa ao texugo eu e o homem tivemos uma conversa que me intriga... será que todos os pais conversam sobre se vão dizer aos filhos que quem traz as prendas no dia de Natal é o Pai Natal ou menino Jesus...
Bem, eu sou apoiante que quem traz as prendas é o Pai Natal, é lógico que um bebé não consegue trazer um saco cheio de prendas, mas como é que vou-lhe explicar que o Pai Natal passa pela chaminé com aquela barriga? Mas uma coisas ainda mais importante, nós em minha casa não temos lareira, e na chaminé da cozinha temos um exaustor, como é que vamos dizer à criança que o Pai Natal entrou por ali?!  
Sei de outros pais que disseram aos filhos que o Pai Natal entra pela porta, mas acho que isso é ainda mais assustador que um homem gordo a entrar a meio da noite em nossa casa pela chaminé...
Mas o que mais me assusta vai ser o momento em que o Salvador se aperceber que o Pai Natal é uma fantasia e que os pais lhe mentiram, e se o miúdo fica chateado e não me fala mais, quando eu descobri que o Pai Natal era na realidade o marido da madrinha da minha irmã fica chateada, foi uma desilusão. Ainda disse ao homem que quando o miúdo entrasse para a escola primaria que "o Pai Natal" lhe poderia escrever uma carta a dizer que ele agora já era grande e que lhe iria entregar agora os presentes eram os pais, mas o homem olhou para mim e limitou-se a rolar os olhos como quem quer dizer "está doida! É oficial, a minha namorada está doida!".
Depois da nossa breve discussão sobre o Pai Natal, seguiu-se o Coelhinho da Pascoa. Este eu nunca acreditei, o homem é claramente um apoiante do Coelhinho e começou a dizer que era giro escondermos ovinhos pela casa e fazermos uma caça aos ovinhos, eu disse-lhe que eu fazia isso em pequena mas  que nunca me conseguiram enganar com a história do coelho que põem ovos... ai o homem começou-se a rir e disse que os ovos não eram do coelho, ao que eu disse o coelho era claramente um ladrão ou um explorador de galinhas...
O homem não pareceu ter argumentos para me responder e passou para a Fada dos Dentes - da qual eu sou apoiante!-, e perguntou-me onde é que ela ia buscar o dinheiro, ao que respondi que era rica. Com este argumento o homem já não teve nada a dizer.